Programa transmitido no dia 12 de setembro de 2009 (Os dados são da ocasião da transmissão.)
O novo tipo de influenza apresenta, além de alta febre repentina, sintomas tais como dor de cabeça ou de garganta, tosse, dor nas articulações ou sensação de moleza no corpo.
Quanto a esses sintomas, não há diferença com as outras influenzas existentes. Porém, como característica desse novo tipo da doença, diz-se que ocorre, em muitos casos, a diarréia.
A maioria das pacientes se cura completamente.
Contudo, as pessoas que já sofrem de enfermidades nos pulmões, coração, rins, ou ainda, diabetes, os sintomas da gripe ou dessas doenças podem se agravar.
E mais, no caso de gestantes, bebês, crianças pequenas e pessoas idosas, deve-se tomar bastante cuidado, pois os sintomas da influenza podem se tornar graves.
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Principalmente em relação às crianças pequenas, existe a preocupação de que elas desenvolvam uma grave doença chamada encefalopatia associada à influenza.
A encefalopatia associada à influenza apresenta sintomas tais como inflamação no cérebro. Ela se manifesta, principalmente, em crianças de 5 anos ou menores.
Em caso da influenza convencional, a encefalopatia também têm se manifestado, quando muito, em cerca de 300 pacientes.
Mas, segundo dados, mesmo que recentemente tenham surgido formas de tratamento, entre os pacientes, 8% morrem, e 25% sofrem sequelas, tais como deficiência nos membros superiores ou inferiores.
Essa encefalopatia não é causada por invasão de vírus no cérebro.
Diz-se que a doença se deve ao sistema imunológico cuja função é proteger o nosso corpo contra vírus.
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O vírus entra no corpo humano através, por exemplo, do nariz, e infeccionam as proximidades da garganta e dos pulmões. Ser infeccionado significa que o vírus invade a célula. Após terem entrado nas células, os vírus se proliferam e saem das mesmas e, por fim, acabam desintegrando-as.
Um vírus se reproduz à alta velocidade, multiplicando-se, em apenas um dia, para 1 milhão. Desta forma, apresentam-se vários sintomas repentinamente, tais como dor de garganta ou febre.
Os vírus que se proliferaram acabam entrando, também, nos vasos sanguíneos. Então, o corpo tenta combatê-los, aumentando as células chamadas leucócitos.
E, para ordenar a elevação do número dos mesmos, é emitida uma substância chamada citocina.
Recebendo essa substância como um sinal de alerta, realizam-se várias lutas contra o vírus em todo o corpo, por vários tipos de leucócitos que se proliferam. Há, por exemplo, aqueles que comem os vírus ou aqueles que atacam utilizando equipamentos similares a mísseis e canhões.
Por outro lado, raramente os vírus invadem o cérebro.
Contudo, do mesmo modo que o corpo, as citocinas são emitidas em grandes quantidades dentro do cérebro, danificando o interior dos vasos sanguíneos. Se essa emissão for maior do que a quantidade necessitada, os vasos sanguíneos vão se danificando e o líquido vai penetrando no cérebro, o que leva à inflamação do mesmo.
Como o cérebro é protegido por um osso rígido chamado crânio, a inflamação oprime o local, provocando grandes danos.
Supõe-se que esse mecanismo provoque a encefalopatia associada à influenza.
No caso dessa doença, observam-se os seguintes sintomas.
- “Distúrbio na consciência”, em que o paciente fica em um estado como se estivesse dormindo e não desperta mesmo sendo chamado;
- “Conduta anômala”, em que o paciente emite palavras sem sentidos e não consegue identificar a pessoa que está em frente e;
- Convulsão, em que o corpo do paciente treme continuamente.
Dizem que os sintomas dessa doença se apresentam, na maioria dos casos, quando a febre começa a subir.
E ainda, tomando-se algum tipo de remédio anti-térmico, os sintomas podem se tornar graves. Assim, caso esses sintomas aparecerem, é necessário consultar um médico especialista o mais rápido possível.
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